•Azul Como As Paredes

• Pois não é o céu que é o limite, e sim as paredes, já que não voamos e sim andamos, e na minha mente, eu gosto que os limites sejam azuis...•

sexta-feira, 19 de março de 2010

Noirstalgia

Em fevereiro disse que voltaria com o blog, e bem, não o fiz... Me arrependo, me sinto realmente mal por isso '-'...

E vou tentar retomar ele denovo.
Finalmente tenho algum texto, é curto, mas é algo... Acabei de escreve-lo :)
Álias, minha intenção agora é essa, vou tentar pelo menos postar 1 texto curto por dia, quando eu ficar sem postar algum dia, prometo que vai ser pra algo maior ou melhor. Acreditem em mim dessa vez, se alguem lê isso, por favor comente xD o grande motivo do meu desanimo é falta de visitas e comentarios...


Garotos e Detetives.



Quando eu era criança queria ser um detetive, como os dos filmes noir que via com meu pai. Andar num mundo de tons de cinza, encontrar com a bela dama em perigo, entrar no meio de conspirações e grandes crimes. Mas agora eu estou morto e meu sonho se desfez.
Sou um fantasma, e não quero largar dos meus antigos sonhos de menino, passo as noites bisbilhotando e investigando pela cidade. Mas de nada adianta, ninguém pode me ver ou me ouvir... Minha maior tristeza, é saber que nunca chegaria na cena do beijo com a perigosa mulher que entrou em meu escritório.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Putz...

Cara, nos ultimos tempos não tenho realmente o que postar. Sem idéia alguma, e não escrevi nada novo. Nada completo pelo menos '-'... Ai ai, maldita vidinha mais ou menos essa...


Aaaah, lembrei agora, fiz uns desenhos que gostei bastante, acho que meu traço tem melhorado, to conseguindo fundir bem meu antigo traço "anime" com o atual "cartoonesco". Pena não ter scaner pra por as coisas por aqui.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Putz.

Foi ficar sem ler blogs que fiquei sem postar, como eu disse =/.

Nos últimos dias fiquei sem net, quase fiquei louco, não tinha nada pra fazer. Acabei vendo uma temporada e meia de O.C. e lendo Principe Caspian, Viagem do Peregrino da Alvorada, Mastigando humanos, e to na página 80 e tantos de Entrevista com o vampiro. Álias estou puto, não consigo escrever nada... Maldito seja o bloqueio artistico...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

 Olá, bom dia, acordei a uns 10 minutos e estou sentado de cueca na frente do computador enquanto como um pão de ontem e bebo suco de uva.

 Ontem a noite eu tive uma idéia de um personagen, mas a idéia surgiu em um dialogo que imaginei, então resolvi criar essa dialogo, e bem acabei introduzindo outro personagen que havia criado na semana, e a história foi indo, acabei escrevendo 3 páginas e pretendo ainda levar a frente como um conto. Quando (e se) eu o terminar ele será postado. Pode não estar bom, mas por algum motivo estou gostando bastante desse texto.

Por hoje é só pessoal. Ao infinito e além \o.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Pão, queijo, alface, mostarda. – Eu não pedi mostarda! -

 Aqui estou, postando, só não sei bem o que, e sabe que de certa forma eu gosto. Parar e escrever um pouco, então ver que não sabe o que está fazendo para então se dedicar a outra atividade e escolher algo pra ir escrevendo. É exatamente o que estou fazendo. Esperemos as idéias...





 Meu conto sobre o menino que deseja pegar a lua pra amada, com o nome provisório "Moon Way", eu cheguei a escrever três páginas dele, mas fiquei desde o primeiro parágrafo com aquela sensação do tipo "Tem Algo Errado Aqui Com certeza". E mostrei então a um amigo, e bem a opinião dele me convenceu um pouco, o estilo do conto estava parecendo forçado por causa da ambientação no nosso mundo. E agora tenho que reescrevê-lo, mas o pique se foi e minha preguiça reina.
 Mas juro que ainda nessa semana que vem eu pelo menos o começo, JURO... E to pensando aqui se posto ou não o trecho da versão descartada.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Retorno

Blog sem posts desde outubro, fiquei com pena dele, não é por que não temos leitores que o coitado precisa ser abandonado, alias, sendo abandonado é que nunca teremos leitores...

Mas o que importa é que voltei para esse coitadinho. Acho que não escrevi nada para postar desde a parada, bem até tem trechos, enquanto escrevo aqui vou decidindo se posto.

É um novo ano, e com eles vem as decisões de mudança, as minhas são; Me dedicar a escrita, ler mais e não deixar o blog parado. Espero cumprir todas.

Este ano já começou cansativo, essa semana tenho dois dias de vestibular, daqui a duas semanas mais uma prova, e em fevereiro vou me alistar. Torçam pela minha sobrevivência!

Tive algumas idéias de histórias nesses tempos. A primeira é sobre um garoto que vai buscar a lua para uma menina como prova de amor, a premissa é bem similar a idéia do livro que quero escrever e também a stardust. A segunda idéia surgiu pois eu enfie na cabeça que queria fazer algo com fantasmas, então surgiu essa história, a qual eu escrevi um paragrafo para não perder a idéia. É sobre um jovem que pode ouvir as vozes de 100 mortos, e para faze-los se silensciarem tem de cumprir os favores finais deles.

Ai o pequeno trecho que escrevi:

"Carlos podia ouvir espíritos, nunca os viu, mas sempre os ouviu, desde criança. No inicio ele achou que estava maluco, até que um dia ele chegou a uma conclusão lógica – Eu posso ler os pensamentos das pessoas! - , mas com o passar do tempo ele só mostrou pra si mesmo que estava errado. Até um dia enfim descobrir o que realmente era aquilo, as vozes dos mortos."

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Exercicio


Oi pessoas, hoje vou postar um exercício de escrita meu, eu só crio uma cena qualquer aleatória e escrevo ela. Deêm uma olhada:

  Allan estava ordenhando uma vaca e então ouviu um grito vindo do alto, olhou para o céu, com a mão tampando um pouco da luz do sol, ficou bastante confuso com o que viu... Um rapaz caindo do céu e acertando com bastante força o chão, fazendo um pequeno buraco. 

 O fazendeiro confuso se aproximou do corpo lentamente, quando se assustou e deu um grande salto para traz, o corpo havia se mexido e estava se levantando. Ficou de pé, olhou ao redor, limpou uma parte da sujeira de seu macacão com alguns tapinhas e disse.- Eae cara. – E logo foi atingido e derrubado por algum objeto estranho vindo do céu. O objeto era um feijão, um dos grandes, do tipo que não se vê nem nos concursos de cultivo que Allan havia participado. Devia ter uma média de 30 cm.

 O garoto que caiu do céu se levanta mais uma vez. – Depois de matar um gigante quase sou morto por um feijão, odeio a ironia do universo. – Ele olha para o rosto de Allan, completamente abismado. – Hey camarada, poderia me passar esse balde de leite? Aliás, meu nome é João, prazer.

 O fazendeiro entrega o balde a João. – O meu... O meu nome é Allan, o prazer é meu. - Ele diz meio chocado ainda, mas João nem ligava, até já estava andando para fora da fazenda enquanto ia tomando vagarosamente o leite do balde, com bastante cuidado para não derramar.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Lembrando textos antigos...

Vou postar um texto que escrevi há bastante tempo. Na época estava lendo o Silmarillion do Tolkien, da onde tirei parte da inspiração (alias adoro histórias sobre criação do mundo, universo etc.) Estava perdido no meio de CD's de backup que eu resolvi mexer. É bem inocente (falei que era bem antigo, né), mas gosto bastante dele.




"O Conto do Nascimento do Amor

No inicio tudo era o Orgulho, que caminhava só em meio ao nada. Ele se sentia triste por não ter ninguém. Então pensou, “por que não tenho alguém para me acompanhar e ajudar? Alguém para comigo caminhar?” Assim ele se fez dois. Dele, uma companheira para o ajudar.

Não mais sentia solidão e feliz estava e orgulhoso se sentia com sua companheira. Mas os dois, por orgulho, muito discutiam e, freqüentemente, se desentendiam.
Até que um dia, brigaram feio e aquilo não mais podiam suportar, então resolveram por fim se separar. Um em cada canto, se sentiam muito sós... como no inicio, quando eram um só corpo.

Ao poucos, o orgulho foi trocado pelo dor, e o sofrimento habitou neles e em tudo à sua volta. Orgulho não havia mais.
Até que finalmente perceberam que separados não podiam viver, pois do mesmo corpo vieram e das mesmas dores compartilhavam.
E decidiram então perdoarem um o erro do outro, pois o erro de um era o erro do outro.

Do mesmo corpo vieram, os mesmos erros cometiam, mas juntos se completavam, pois não nasceram sozinhos, mas sim em um se criaram.
Deles então, mais um devia nascer. Algo, até então novo, deviam conceber.
E o Orgulho assim acabou, quando o Amor, deles, se criou."





Ps.: O Rodrigo estava fazendo uma montagem em quadrinhos desse texto que estava ficando bem legal. Depois, talvez, eu poste aqui, ainda quero usar a montagem dele pra fazer uma HQ.