E vou tentar retomar ele denovo.
Finalmente tenho algum texto, é curto, mas é algo... Acabei de escreve-lo :)

• Pois não é o céu que é o limite, e sim as paredes, já que não voamos e sim andamos, e na minha mente, eu gosto que os limites sejam azuis...•

Foi ficar sem ler blogs que fiquei sem postar, como eu disse =/.
Nos últimos dias fiquei sem net, quase fiquei louco, não tinha nada pra fazer. Acabei vendo uma temporada e meia de O.C. e lendo Principe Caspian, Viagem do Peregrino da Alvorada, Mastigando humanos, e to na página 80 e tantos de Entrevista com o vampiro. Álias estou puto, não consigo escrever nada... Maldito seja o bloqueio artistico...
Olá, bom dia, acordei a uns 10 minutos e estou sentado de cueca na frente do computador enquanto como um pão de ontem e bebo suco de uva.
Ontem a noite eu tive uma idéia de um personagen, mas a idéia surgiu em um dialogo que imaginei, então resolvi criar essa dialogo, e bem acabei introduzindo outro personagen que havia criado na semana, e a história foi indo, acabei escrevendo 3 páginas e pretendo ainda levar a frente como um conto. Quando (e se) eu o terminar ele será postado. Pode não estar bom, mas por algum motivo estou gostando bastante desse texto.
Por hoje é só pessoal. Ao infinito e além \o.
Aqui estou, postando, só não sei bem o que, e sabe que de certa forma eu gosto. Parar e escrever um pouco, então ver que não sabe o que está fazendo para então se dedicar a outra atividade e escolher algo pra ir escrevendo. É exatamente o que estou fazendo. Esperemos as idéias...
Meu conto sobre o menino que deseja pegar a lua pra amada, com o nome provisório "Moon Way", eu cheguei a escrever três páginas dele, mas fiquei desde o primeiro parágrafo com aquela sensação do tipo "Tem Algo Errado Aqui Com certeza". E mostrei então a um amigo, e bem a opinião dele me convenceu um pouco, o estilo do conto estava parecendo forçado por causa da ambientação no nosso mundo. E agora tenho que reescrevê-lo, mas o pique se foi e minha preguiça reina.
Mas juro que ainda nessa semana que vem eu pelo menos o começo, JURO... E to pensando aqui se posto ou não o trecho da versão descartada.
Blog sem posts desde outubro, fiquei com pena dele, não é por que não temos leitores que o coitado precisa ser abandonado, alias, sendo abandonado é que nunca teremos leitores...
Mas o que importa é que voltei para esse coitadinho. Acho que não escrevi nada para postar desde a parada, bem até tem trechos, enquanto escrevo aqui vou decidindo se posto.
É um novo ano, e com eles vem as decisões de mudança, as minhas são; Me dedicar a escrita, ler mais e não deixar o blog parado. Espero cumprir todas.
Este ano já começou cansativo, essa semana tenho dois dias de vestibular, daqui a duas semanas mais uma prova, e em fevereiro vou me alistar. Torçam pela minha sobrevivência!
Tive algumas idéias de histórias nesses tempos. A primeira é sobre um garoto que vai buscar a lua para uma menina como prova de amor, a premissa é bem similar a idéia do livro que quero escrever e também a stardust. A segunda idéia surgiu pois eu enfie na cabeça que queria fazer algo com fantasmas, então surgiu essa história, a qual eu escrevi um paragrafo para não perder a idéia. É sobre um jovem que pode ouvir as vozes de 100 mortos, e para faze-los se silensciarem tem de cumprir os favores finais deles.
Ai o pequeno trecho que escrevi:
"Carlos podia ouvir espíritos, nunca os viu, mas sempre os ouviu, desde criança. No inicio ele achou que estava maluco, até que um dia ele chegou a uma conclusão lógica – Eu posso ler os pensamentos das pessoas! - , mas com o passar do tempo ele só mostrou pra si mesmo que estava errado. Até um dia enfim descobrir o que realmente era aquilo, as vozes dos mortos."

Oi pessoas, hoje vou postar um exercício de escrita meu, eu só crio uma cena qualquer aleatória e escrevo ela. Deêm uma olhada:
Allan estava ordenhando uma vaca e então ouviu um grito vindo do alto, olhou para o céu, com a mão tampando um pouco da luz do sol, ficou bastante confuso com o que viu... Um rapaz caindo do céu e acertando com bastante força o chão, fazendo um pequeno buraco.
O fazendeiro confuso se aproximou do corpo lentamente, quando se assustou e deu um grande salto para traz, o corpo havia se mexido e estava se levantando. Ficou de pé, olhou ao redor, limpou uma parte da sujeira de seu macacão com alguns tapinhas e disse.- Eae cara. – E logo foi atingido e derrubado por algum objeto estranho vindo do céu. O objeto era um feijão, um dos grandes, do tipo que não se vê nem nos concursos de cultivo que Allan havia participado. Devia ter uma média de 30 cm.
O garoto que caiu do céu se levanta mais uma vez. – Depois de matar um gigante quase sou morto por um feijão, odeio a ironia do universo. – Ele olha para o rosto de Allan, completamente abismado. – Hey camarada, poderia me passar esse balde de leite? Aliás, meu nome é João, prazer.
O fazendeiro entrega o balde a João. – O meu... O meu nome é Allan, o prazer é meu. - Ele diz meio chocado ainda, mas João nem ligava, até já estava andando para fora da fazenda enquanto ia tomando vagarosamente o leite do balde, com bastante cuidado para não derramar.